Curitiba, 03 de setembro de 2026, escrito por Gilson Rodrigues. Em uma emergência médica, cada minuto importa, e por isso você precisa saber o número da ambulância antes que a situação aconteça. O número da ambulância SAMU é o 192, um serviço público gratuito que atende ligações de qualquer telefone fixo ou celular, 24 horas por dia, em todo o território brasileiro. Ao ligar para esse telefone da ambulância, você é atendido por uma central que avalia o caso e envia o suporte adequado.
Se você já pesquisou no Google qual é o número da ambulância, sabe que existem outras opções além do SAMU 192, como serviços de ambulância particular e UTI móvel particular. Essas alternativas costumam ser usadas em situações que exigem atendimento imediato sem depender da disponibilidade do sistema público, ou em casos como transporte para eventos, remoção programada e ambulância tipo D. O preço de ambulância particular varia conforme o tipo de veículo, a distância percorrida e o nível de suporte necessário durante o trajeto.
Neste artigo, você vai entender quando ligar para o SAMU, como funciona o aluguel de ambulância com empresas especializadas como a Brasil Emergências Médicas, e por que manter a calma ao relatar a situação de urgência e emergência facilita o atendimento. Você também vai saber a diferença entre os serviços públicos e privados, além de como identificar qual opção atende melhor à sua necessidade no momento em que precisar de socorro.
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ToggleNúmero da Ambulância SAMU

Ao discar 192, você aciona diretamente o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que avalia cada caso e envia o suporte adequado. O número da ambulância funciona como uma linha direta entre você e uma equipe de regulação médica preparada para agir com rapidez.
Disponibilidade 24 horas e ligação por celular ou telefone fixo
Você pode ligar para o 192 a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, incluindo feriados. O serviço não tem interrupções e está disponível em todo o território nacional.
A chamada é gratuita, tanto de telefones fixos quanto de celulares. Você não precisa de crédito no aparelho para completar a ligação.
Essa acessibilidade é importante porque emergências médicas não seguem horário. Se você estiver na rua, em casa ou no trabalho, o acesso ao telefone da ambulância é o mesmo, sem custo e sem burocracia.
O que acontece nos primeiros minutos após a chamada
Quando você liga, a chamada chega à central de regulação médica, onde um médico regulador atende e faz perguntas rápidas sobre a situação. Esse profissional avalia a gravidade do caso com base nas informações que você fornecer.
A partir dessa avaliação, o médico regulador decide qual tipo de resposta é necessária. Isso pode incluir:
- Orientações imediatas para você prestar socorro até a ambulância chegar
- Envio de uma unidade básica ou avançada de suporte
- Direcionamento para outro serviço de saúde, quando a ambulância não é necessária
O tempo-resposta varia conforme a localização e a urgência do caso, mas a triagem feita pelo médico regulador garante que os recursos sejam usados de forma eficiente.
Informações essenciais para informar à central
Você deve fornecer dados claros e objetivos para agilizar o atendimento. Quanto mais precisas forem as informações, mais rápido a equipe consegue agir.
Prepare-se para informar:
- Endereço completo, com pontos de referência
- Número de vítimas envolvidas na ocorrência
- Estado de consciência das vítimas (se estão acordadas, respirando, sangrando)
- Natureza da emergência (acidente, mal súbito, queimadura, entre outros)
- Seu contato telefônico, para retorno caso necessário
Mantenha a calma durante a ligação e siga as instruções do médico regulador. Não desligue até que o atendente confirme que todas as informações foram registradas.
Situações em que o SAMU deve ser acionado

Você deve ligar para o 192 sempre que houver risco imediato à vida ou possibilidade de agravamento rápido de um quadro clínico. O SAMU atende emergências cardíacas, respiratórias, traumas, intoxicações e complicações obstétricas, entre outras situações críticas.
Sinais de infarto, AVC, parada cardíaca e dificuldade respiratória
Você deve acionar o SAMU imediatamente ao identificar dor no peito intensa, principalmente se ela irradiar para o braço, mandíbula ou costas. Esse sintoma pode indicar infarto e exige atendimento rápido.
Sinais de AVC também requerem ligação urgente. Você deve observar:
- Fraqueza súbita em um lado do corpo
- Dificuldade para falar ou compreender
- Boca torta
- Perda de equilíbrio repentina
Em casos de parada cardíaca, ligue para o 192 e siga as instruções do atendente, que pode orientar você a iniciar manobras de reanimação até a chegada da equipe.
Falta de ar súbita e grave, com dificuldade de respirar mesmo em repouso, também é motivo para chamar o serviço sem demora.
Traumas, acidentes de trânsito, quedas e atropelamentos
Você deve chamar o SAMU sempre que houver acidentes com vítimas, incluindo colisões de trânsito, atropelamentos e quedas de altura significativa. Esses episódios podem causar traumas graves, mesmo quando não há sangramento visível.
Fraturas expostas ou com deformidade evidente exigem atendimento especializado, já que a movimentação incorreta pode agravar a lesão. Evite mover a vítima antes da chegada da equipe médica, exceto em caso de risco iminente.
Em atropelamentos, a gravidade pode não ser perceptível de imediato. Por isso, mantenha a vítima em observação e informe ao atendente detalhes como impacto, altura da queda ou velocidade envolvida no acidente, pois isso ajuda a equipe a se preparar adequadamente.
Intoxicações, envenenamentos, convulsões e queimaduras graves
Você deve ligar para o 192 em casos de intoxicação por medicamentos, produtos químicos ou alimentos, especialmente quando há alteração do nível de consciência ou dificuldade para respirar. O mesmo vale para envenenamento por picadas de animais ou ingestão de substâncias tóxicas.
Crises convulsivas também justificam o acionamento do serviço, principalmente se forem prolongadas ou se a pessoa não recuperar a consciência entre os episódios. Durante a crise, proteja a cabeça da vítima e não coloque objetos na boca dela.
Queimaduras graves, como as que atingem grandes áreas do corpo ou órgãos sensíveis, e casos de choque elétrico com perda de consciência ou queimaduras internas exigem atendimento médico imediato pelo SAMU.
Emergências obstétricas, hemorragias e sofrimento intenso
Você deve acionar o SAMU em situações de trabalho de parto com complicações, como sangramento intenso, dor abdominal severa ou ausência de movimentos fetais. Partos prematuros ou com risco à saúde da mãe e do bebê também exigem atendimento especializado.
Hemorragias intensas, seja por trauma, complicações de saúde ou sangramento vaginal fora do período menstrual, representam risco imediato e devem ser comunicadas ao atendente com detalhes sobre a quantidade e a origem do sangramento.
Situações de sofrimento intenso, como dor insuportável, agitação extrema ou sinais de choque, também justificam a ligação. Informe ao atendente todos os sintomas visíveis para agilizar o direcionamento da equipe.
Como funciona a regulação e o atendimento no local
Ao ligar para o 192, você entra em contato com a central de regulação médica, responsável por avaliar sua ocorrência e decidir qual recurso enviar. Esse processo envolve triagem por telefone, escolha do veículo adequado e, quando necessário, estabilização e transporte até uma unidade de saúde.
Triagem telefônica e orientações de primeiros socorros
Sua chamada é atendida primeiro por um técnico auxiliar de regulação médica, que coleta dados como endereço, número de vítimas e natureza da emergência. Em seguida, o médico regulador assume a ligação para avaliar a gravidade do caso.
Enquanto a equipe de atendimento pré-hospitalar móvel se desloca, você pode receber orientações de primeiros socorros por telefone. Essas instruções incluem, por exemplo, como posicionar a vítima, realizar compressões torácicas ou conter sangramentos.
O médico regulador conduz essa orientação com base em protocolos padronizados. Você deve seguir exatamente o que for indicado, sem interromper a ligação antes da autorização do atendente.
Decisão sobre o recurso adequado para cada ocorrência
Com base nas informações que você fornece, o médico regulador define o tipo de resposta necessária. Essa decisão considera a gravidade do caso, a disponibilidade de veículos e a distância até o local.
Os recursos disponíveis variam conforme a estrutura local:
- Unidade de Suporte Básico (USB): para casos de menor complexidade, com equipe de socorristas e técnicos de enfermagem.
- Unidade de Suporte Avançado (USA): para emergências graves, com médico e equipamentos de suporte à vida.
- Motolância: usada em áreas de difícil acesso ou trânsito intenso.
- Orientação sem envio de veículo: quando a situação não exige deslocamento imediato.
Essa etapa evita o uso desnecessário de recursos e garante que casos mais graves recebam prioridade dentro da rede de atenção às urgências.
Estabilização, transporte e definição da unidade de destino
Ao chegar ao local, a equipe realiza a avaliação inicial e inicia procedimentos de estabilização, quando necessário. Isso pode incluir controle de sangramentos, suporte respiratório ou monitoramento de sinais vitais.
Durante esse processo, a equipe mantém contato constante com o médico regulador, que acompanha a evolução do caso à distância. Essa comunicação permite ajustes nas condutas conforme novas informações surgem.
Depois da estabilização, o médico regulador define para onde você será transportado. A escolha considera a gravidade do quadro e a disponibilidade de vagas na rede.
Os destinos possíveis incluem:
| Destino | Quando é indicado |
|---|---|
| Unidade de Pronto Atendimento (UPA) | Casos de urgência não crítica |
| Hospital de referência | Casos graves ou que exigem cirurgia |
| Pronto-socorro do Sistema Único de Saúde | Emergências que necessitam de estrutura hospitalar completa |
Essa etapa final garante que o transporte de pacientes seja direcionado ao serviço com capacidade de continuar o atendimento médico pré-hospitalar iniciado no local.
Veículos e equipes mobilizados conforme a gravidade
Quando você liga para o 192, a Central de Regulação define qual viatura enviar com base na sua descrição da ocorrência. Essa triagem determina se você receberá uma ambulância básica, avançada, ou um recurso especializado como motolância, ambulancha ou aeronave.
Unidade de Suporte Básico e atendimentos de menor complexidade
A Unidade de Suporte Básico (USB) é destinada a você quando o quadro clínico não apresenta risco imediato de morte. Esse veículo transporta pacientes em casos como fraturas, cortes ou mal-estar sem complicações graves.
A equipe é formada por um condutor-socorrista e um técnico em enfermagem. Não há médico a bordo, já que os procedimentos realizados são mais simples.
Os equipamentos incluem:
- Materiais de curativo e imobilização
- Oxigênio portátil
- Maca e cadeira de rodas
- Kit de primeiros socorros
Esse tipo de ambulância representa a maior parte da frota do SAMU, já que a maioria das ocorrências não exige suporte avançado.
Unidade de Suporte Avançado e recursos de terapia intensiva
Quando sua situação envolve risco de morte, a Central envia uma Unidade de Suporte Avançado (USA), também chamada de ambulância tipo D. Esse veículo funciona como uma UTI móvel, equipado para oferecer suporte avançado de vida durante o trajeto até o hospital.
A equipe inclui um médico, um enfermeiro e um condutor-socorrista. Essa composição permite intervenções que uma USB não pode realizar.
Entre os equipamentos obrigatórios estão:
- Ventilador mecânico
- Desfibrilador externo automático (DEA) ou desfibrilador manual
- Monitor cardíaco
- Medicamentos de emergência
- Materiais para intubação
Você recebe esse tipo de atendimento em casos de parada cardiorrespiratória, infarto, acidentes graves ou qualquer situação que exija monitoramento contínuo e capacidade de reanimação.
Motolâncias, ambulanchas e meios aeromédicos
Em áreas de difícil acesso ou trânsito intenso, você pode ser atendido por uma motolância. Esse veículo leva um profissional de saúde rapidamente ao local, antes da chegada da ambulância, especialmente em grandes cidades.
Se você estiver em uma região ribeirinha ou de difícil deslocamento terrestre, a ambulancha é o recurso utilizado. Esse tipo de embarcação é comum na Amazônia e em outras áreas com rios como principal via de acesso.
Para casos de longa distância ou terrenos inacessíveis por via terrestre, os meios aeromédicos entram em ação. Helicópteros e aviões de resgate transportam você quando o tempo de deslocamento terrestre comprometeria seu atendimento.
Esses veículos contam com equipes e equipamentos equivalentes aos das USAs, garantindo suporte avançado mesmo durante o transporte aéreo ou fluvial.
Quando também acionar os Bombeiros pelo 193
Em algumas emergências, você pode precisar acionar tanto o SAMU quanto o Corpo de Bombeiros, já que cada serviço tem uma função específica. Enquanto o SAMU trata do atendimento clínico, os bombeiros atuam em resgates, salvamentos e situações de risco estrutural ou ambiental.
Incêndio, desabamento e soterramento
Você deve ligar para o 193 sempre que houver incêndio, desabamento ou soterramento, mesmo que ainda não existam vítimas confirmadas.
Os bombeiros têm equipamentos e treinamento para conter o fogo, estabilizar estruturas e realizar buscas em escombros. Essas ações não fazem parte da rotina do SAMU.
Se você identificar vítimas presas ou feridas nesses cenários, informe isso ao atendente. Assim, o SAMU pode ser acionado em conjunto para dar suporte médico enquanto os bombeiros trabalham no resgate.
Ao ligar, você deve informar:
- Endereço exato e ponto de referência;
- Tipo de ocorrência (incêndio, desabamento ou soterramento);
- Número aproximado de vítimas;
- Riscos visíveis, como fumaça ou instabilidade estrutural.
Afogamento, resgates complexos e risco ambiental
Em casos de afogamento, você deve acionar o 193 imediatamente, pois os bombeiros possuem equipes especializadas em salvamento aquático.
Isso vale tanto para afogamentos em piscinas e rios quanto em situações de enchente ou alagamento, onde o resgate exige embarcações ou equipamentos específicos.
Resgates complexos, como pessoas presas em ferragens após acidentes com vítimas, também são responsabilidade dos bombeiros. Nesses casos, você deve descrever a situação com detalhes, incluindo se há choque elétrico envolvido, já que isso muda o procedimento de abordagem.
Vazamentos de produtos químicos ou risco ambiental, como incêndios florestais próximos a áreas habitadas, também exigem o acionamento do 193.
Integração entre salvamento e atendimento à saúde
Você pode precisar acionar SAMU e bombeiros ao mesmo tempo quando o salvamento e o atendimento médico ocorrem juntos.
Isso é comum em acidentes com vítimas presas em veículos, onde os bombeiros realizam a extração enquanto o SAMU prepara o atendimento clínico imediato.
Nessas situações, informe ambos os números com a mesma descrição da ocorrência. Isso evita duplicidade de informações e agiliza a chegada das equipes.
Quando você não tiver certeza de qual serviço acionar primeiro, ligue para o 193 ou 192; o atendente pode orientar sobre a necessidade de envolver o outro serviço.
SAMU, SUS e alternativas privadas para demandas planejadas
O SAMU faz parte do Sistema Único de Saúde e atende urgências e emergências, mas ele não é a opção indicada para todas as situações que envolvem deslocamento de pacientes. Para eventos, viagens médicas ou transporte programado, você encontra alternativas privadas que complementam a rede pública.
O papel do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Atenção às Urgências
O Ministério da Saúde estrutura o SAMU dentro da Política Nacional de Atenção às Urgências, criada para organizar o atendimento pré-hospitalar em todo o território nacional. Essa política define diretrizes que o governo federal aplica junto a estados e municípios para garantir uniformidade no atendimento.
A Rede de Atenção às Urgências (RAU) integra o SAMU a hospitais, UPAs e unidades básicas de saúde, formando um fluxo contínuo de cuidado. Durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, investimentos em ambulâncias e centrais de regulação têm reforçado essa estrutura.
Você deve entender que o SAMU foi desenhado para casos de urgência real, não para demandas agendadas ou transporte de rotina.
Diferença entre socorro público, ambulância particular e UTI móvel particular
O socorro público, acionado pelo 192, prioriza casos graves com base em critérios de regulação médica. Já a ambulância particular oferece atendimento contratado, sem necessidade de justificar urgência clínica.
Veja as principais diferenças:
- SAMU: gratuito, regulado por médicos, prioriza emergências reais
- Ambulância particular: paga, disponível para transporte de pacientes estáveis
- UTI móvel particular: paga, equipada para pacientes que exigem suporte avançado durante o trajeto
Se você precisa de transporte de pacientes com quadro delicado, mas sem risco imediato de morte, a UTI móvel particular oferece equipamentos e equipe especializada sem depender da disponibilidade do sistema público. O aluguel de ambulância também é comum para procedimentos eletivos, altas hospitalares ou transferências entre clínicas.
Cobertura para eventos e transporte programado em Curitiba
Em Curitiba, você encontra empresas de ambulância particular voltadas especificamente para eventos e transporte agendado. A ambulância para eventos é exigida em shows, competições esportivas e feiras, conforme normas de segurança locais.
Diferente do SAMU, que você aciona apenas em emergências, a ambulância Curitiba particular permite agendamento prévio com data, horário e equipe definidos. Isso é útil para organizadores de eventos que precisam cumprir exigências legais sem sobrecarregar o sistema público.
Empresas de ambulância particular Curitiba também atendem viagens médicas e transporte interhospitalar programado. Esse modelo de contratação evita que você dependa exclusivamente da rede pública para deslocamentos que não configuram emergência, mantendo o SAMU disponível para os casos que realmente demandam prioridade dentro do cenário de emergências médicas no Brasil.
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