Curitiba, 02 de setembro de 2026, escrito por Gilson Rodrigues. Precisar de uma ambulância é sempre uma situação de urgência, e saber qual número discar pode fazer toda a diferença. O número da ambulância no Rio de Janeiro é o 192, que conecta você ao SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana. Esse serviço público é gratuito e cobre emergências médicas em qualquer ponto da cidade e do estado.
Além do SAMU, você também pode contar com serviços de ambulância particular quando precisa de mais agilidade, conforto ou atendimento personalizado. Se você já se perguntou qual é o número da ambulância particular, vale saber que empresas como a Brasil Emergências Médicas oferecem UTI móvel, remoção hospitalar e cobertura para eventos, com equipes preparadas para diferentes tipos de urgência.
Ao longo deste artigo, você vai entender melhor as diferenças entre o telefone da ambulância pública e o número da ambulância particular, além de descobrir como funciona o preço de ambulância particular, os tipos de veículos disponíveis (como a ambulância tipo D) e em quais situações o aluguel de ambulância pode ser a melhor escolha para você no Rio de Janeiro.
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O número 192 conecta você ao SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em qualquer município do Rio de Janeiro. A ligação é gratuita, funciona 24 horas por dia e coloca você em contato direto com uma central de regulação médica.
Quando o SAMU deve ser acionado
Você deve ligar para o 192 em situações de urgência e emergência que envolvam risco à vida ou à saúde. Isso inclui casos como infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVCs), acidentes de trânsito, quedas com fraturas, queimaduras graves e crises convulsivas.
Também é indicado acionar o serviço em casos de parada cardiorrespiratória, tentativas de suicídio, intoxicações e trabalhos de parto com complicações. O SAMU não substitui consultas médicas de rotina ou casos que possam ser resolvidos em unidades básicas de saúde.
Se você não tiver certeza sobre a gravidade da situação, ligue mesmo assim. A equipe de regulação vai avaliar o caso e orientar os próximos passos.
Como funciona a regulação médica após a ligação
Ao discar 192, você fala primeiro com um atendente que coleta informações básicas, como localização e natureza da emergência. Em seguida, a chamada é transferida para um médico regulador, responsável por avaliar a gravidade do caso.
O médico regulador pode:
- Enviar uma ambulância com equipe de suporte básico ou avançado
- Fornecer orientações de primeiros socorros por telefone enquanto a equipe não chega
- Direcionar você para a unidade de saúde mais adequada, caso não seja necessário o envio de uma ambulância
Essa triagem por telefone permite priorizar os casos mais graves e otimizar o uso das ambulâncias disponíveis na cidade.
Gratuidade da chamada por telefone fixo ou celular
A ligação para o 192 não tem custo, independentemente de você usar um telefone fixo ou celular. Esse número funciona em todo o território nacional, não apenas no Rio de Janeiro.
Você pode ligar mesmo sem crédito no celular ou sem um plano telefônico ativo, já que se trata de um serviço público de emergência. Não é necessário ter saldo ou estar com a conta em dia para acessar o SAMU.
Essa gratuidade garante que qualquer pessoa, em qualquer situação financeira, tenha acesso ao atendimento médico de urgência quando precisar.
Situações em que o atendimento móvel é indicado

O SAMU deve ser acionado sempre que você identificar um risco imediato à vida ou à integridade física de alguém. As situações mais comuns envolvem traumas, sintomas de emergências cardiovasculares e alterações súbitas de consciência.
Acidentes com vítimas e traumas graves
Você deve chamar a ambulância em qualquer acidente que resulte em ferimentos graves, fraturas expostas ou perda significativa de sangue.
Isso inclui:
- Acidentes de trânsito com vítimas
- Quedas de altura
- Queimaduras extensas
- Afogamentos
- Choques elétricos
- Agressões físicas com lesões visíveis
Ao identificar uma dessas situações, você não deve tentar mover a vítima antes da chegada da equipe, exceto se houver risco iminente no local, como incêndio ou desabamento. Sua função é manter a cena segura e fornecer informações claras aos atendentes sobre a gravidade e a localização do acidente.
Suspeita de infarto, AVC ou dificuldade respiratória
Você deve reconhecer os sinais de infarto e AVC para agir rapidamente. Dor no peito com irradiação para o braço, sudorese e falta de ar indicam possível infarto.
Já a suspeita de AVC é identificada por:
| Sinal | Descrição |
|---|---|
| Fala | Dificuldade de articular palavras |
| Força | Fraqueza súbita em um lado do corpo |
| Face | Assimetria facial, boca torta |
| Tempo | Ação imediata é essencial |
Se você notar dificuldade respiratória severa, com falta de ar intensa, chiado ou lábios azulados, o acionamento do SAMU também é indicado. Nesses casos, cada minuto sem atendimento pode agravar o quadro clínico da vítima.
Desmaios, convulsões e outras ocorrências críticas
Você deve solicitar a ambulância diante de desmaios súbitos sem explicação aparente, principalmente se a pessoa não recuperar a consciência rapidamente.
Convulsões também exigem atenção imediata, especialmente quando:
- Duram mais de cinco minutos
- Se repetem em sequência
- A vítima não retoma a consciência entre episódios
- Há dificuldade para respirar após o episódio
Outras ocorrências que justificam o chamado incluem reações alérgicas graves, intoxicações e crises de diabetes com perda de consciência. Você deve informar ao atendente os sintomas observados, o tempo de duração e se a vítima possui histórico médico conhecido, pois esses dados ajudam na definição do tipo de socorro enviado.
Informações para passar ao atendente
Ao ligar para o 192, a rapidez do atendimento do SAMU depende diretamente da qualidade das informações que você fornece. Organize os dados antes de falar e mantenha a calma para transmitir tudo com clareza.
Localização exata e pontos de referência
Informe o endereço completo: rua, número, bairro e cidade (Rio de Janeiro, Niterói ou outro município da região metropolitana). Isso evita confusão entre localidades com nomes parecidos.
Cite pontos de referência próximos, como:
- Praças, avenidas principais ou cruzamentos
- Nome de prédios, condomínios ou estabelecimentos comerciais
- Proximidade com hospitais, escolas ou postos de saúde
Se estiver em uma área de difícil acesso, como comunidades ou vias sem numeração clara, descreva o trajeto com detalhes. Mencione também se há portões, grades ou outros obstáculos que possam atrasar a chegada da ambulância.
Estado da vítima e riscos no local
Descreva o que está acontecendo com a vítima: se está consciente, respirando, sangrando ou sentindo dor. Informe a idade aproximada e se há histórico de doenças conhecidas, como problemas cardíacos ou diabetes.
Relate riscos presentes na cena, como:
- Trânsito intenso ou via de difícil acesso
- Incêndio, vazamento de gás ou risco elétrico
- Presença de animais ou situação de violência
Essas informações ajudam o atendente do SAMU a decidir qual tipo de equipe enviar e orientar você sobre primeiros socorros até a chegada do socorro. Nunca minimize sintomas nem exagere na gravidade; relate apenas o que você observa.
Telefone para retorno e dados essenciais
Forneça um número de telefone válido para contato, preferencialmente o seu próprio celular. O atendente pode precisar ligar de volta para confirmar o endereço ou dar instruções adicionais.
Tenha em mãos:
| Dado | Motivo |
|---|---|
| Nome completo da vítima | Facilita o registro médico |
| Telefone de contato | Permite retorno da central |
| Endereço detalhado | Garante chegada correta da ambulância |
Mantenha a linha desocupada após a ligação, caso o SAMU precise entrar em contato novamente. Siga todas as orientações passadas pelo atendente até a chegada da equipe.
O que fazer enquanto a ambulância não chega
O tempo entre a chamada ao SAMU e a chegada da ambulância pode ser decisivo. Suas ações nesse período devem priorizar a segurança da vítima e a comunicação constante com o atendente.
Cuidados seguros e orientações por telefone
Mantenha a ligação com o SAMU (192) ativa sempre que possível. O atendente pode orientar você em tempo real sobre procedimentos específicos para o caso.
Verifique se a vítima está respirando e consciente. Se estiver sangrando, aplique pressão firme no local com um pano limpo.
Em caso de engasgo, incentive a pessoa a tossir, já que esse é o mecanismo mais eficaz para expelir o objeto. Não force a saída do objeto com as mãos.
Se a vítima estiver inconsciente mas respirando, posicione-a de lado, na posição lateral de segurança. Isso evita que ela se engasgue com vômito ou saliva.
Sempre siga as instruções do profissional ao telefone, mesmo que pareçam simples. Cada emergência tem particularidades que só a equipe médica pode avaliar corretamente.
O que não fazer para evitar agravar o quadro
Evite mover a vítima, especialmente se houver suspeita de fratura, trauma na coluna ou lesão na cabeça. Movimentos incorretos podem causar danos permanentes.
Não ofereça água, comida ou medicamentos sem orientação médica. Isso pode complicar procedimentos futuros ou causar engasgo.
Não tente remover objetos encravados no corpo da vítima. Retirá-los pode aumentar o sangramento ou causar mais lesões internas.
Evite aglomerações ao redor da vítima. Isso dificulta a respiração da pessoa e o trabalho da equipe quando chegar.
Nunca desligue a ligação com o SAMU antes de receber essa orientação do atendente. A comunicação constante permite ajustes nas instruções conforme a situação evolui.
Como facilitar o acesso da equipe de socorro
Informe o endereço completo e pontos de referência claros ao atendente. Isso reduz o tempo de deslocamento da ambulância.
Se possível, peça para alguém aguardar na rua ou na entrada do local para sinalizar a equipe de socorro. Isso é especialmente útil em condomínios, prédios altos ou áreas de difícil acesso.
Mantenha portões e portas destrancados para agilizar a entrada dos profissionais.
Afaste veículos ou objetos que possam bloquear a passagem da ambulância. Em vias estreitas, isso pode fazer diferença significativa no tempo de chegada.
Tenha em mãos informações básicas sobre a vítima, como idade, condições de saúde preexistentes e medicamentos em uso, se souber. Isso agiliza o atendimento no momento em que a equipe chegar.
Outros telefones públicos úteis em ocorrências urgentes
Além do SAMU, você conta com outros números gratuitos para situações de risco no Rio de Janeiro. Cada serviço atende um tipo específico de emergência, e saber qual acionar economiza tempo em momentos críticos.
Bombeiros pelo 193
Você deve ligar para o 193 em casos de incêndio, resgate em altura, afogamento ou acidentes com vítimas presas em ferragens. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro atende essas ocorrências 24 horas por dia.
A ligação é gratuita e funciona em qualquer telefone, fixo ou celular, mesmo sem crédito.
Ao ligar, informe:
- Endereço exato da ocorrência, com pontos de referência
- Tipo de emergência (incêndio, resgate, vazamento de gás, entre outros)
- Número de vítimas, se houver
- Seu nome e telefone para contato
Mantenha a calma e siga as orientações do atendente até a chegada da equipe.
Polícia Militar pelo 190
O número 190 é destinado a ocorrências que envolvem violência, roubo, furto, briga ou qualquer situação que exija a presença imediata da Polícia Militar. Você pode acionar esse serviço em qualquer município do estado do Rio de Janeiro.
O atendimento funciona ininterruptamente, e a ligação não gera custo. Ao relatar a ocorrência, forneça detalhes claros sobre o local e a natureza do problema.
Evite desligar antes de confirmar que todas as informações foram registradas. Isso ajuda a viatura mais próxima a chegar com precisão e agilidade ao endereço informado.
Defesa Civil pelo 199
Você deve recorrer ao 199 em casos de deslizamentos, enchentes, risco estrutural em imóveis ou outras situações relacionadas a desastres naturais. A Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro monitora áreas de risco e atua na prevenção e resposta a esses eventos.
Esse número também serve para denúncias sobre construções irregulares em encostas ou áreas alagáveis.
Durante períodos de chuva intensa, a linha costuma registrar maior volume de chamadas. Por isso, seja objetivo ao descrever a situação e informe se há pessoas em risco imediato no local.
Atendimento particular e cobertura de planos de saúde
Além do SAMU, você tem à disposição serviços de ambulância particular e cobertura pelo plano de saúde, com regras e prazos diferentes do atendimento público. Conhecer esses detalhes ajuda você a agir com mais rapidez em uma emergência.
Quando contatar a operadora do plano
Se você tem plano de saúde, o primeiro passo em uma emergência é verificar se a operadora oferece serviço próprio de remoção, como é o caso da Unimed-Rio.
Você deve ligar diretamente para a central de atendimento 24 horas informada no cartão do plano ou no aplicativo da operadora. Esse número é diferente do 192 e aciona uma equipe vinculada à sua cobertura contratada.
Antes de precisar do serviço, confira:
- Se o seu plano cobre remoção terrestre e em quais situações
- Qual é o número exato da central de urgência
- Se há limite de quilometragem ou de hospitais de destino
- Se o atendimento inclui suporte médico avançado ou apenas transporte simples
Ter essas informações salvas no celular evita perda de tempo no momento da emergência.
Serviços de remoção e ambulância particular
Quando o plano de saúde não cobre a situação ou você não possui convênio, a contratação de uma ambulância particular é uma alternativa direta no Rio de Janeiro.
Essas empresas atuam com diferentes tipos de veículo, geralmente classificados como:
- Ambulância tipo D: equipada para suporte básico de vida, usada em remoções simples
- UTI móvel: conta com equipamentos de suporte avançado e equipe médica a bordo, indicada para casos mais graves
O contato costuma ser feito por telefone ou WhatsApp, com abertura de chamado e envio da equipe conforme a localização informada.
O valor varia de acordo com a distância percorrida, o tipo de ambulância e a necessidade de acompanhamento médico durante o trajeto. Antes de fechar o serviço, você deve confirmar o preço, o tempo estimado de chegada e se a equipe possui equipamentos compatíveis com o quadro do paciente.
Abrangência de serviços na capital, Grande Rio e Niterói
A cobertura de ambulâncias particulares e de planos de saúde varia conforme a região do estado do Rio de Janeiro.
Empresas privadas costumam concentrar suas bases em bairros estratégicos, o que reduz o tempo de resposta em áreas como a capital e municípios próximos.
Você encontra atendimento mais amplo nas seguintes regiões:
| Região | Disponibilidade típica |
|---|---|
| Capital (Rio de Janeiro) | Alta, com múltiplas empresas e bases distribuídas |
| Grande Rio | Boa cobertura, especialmente em polos urbanos |
| Niterói | Atendimento disponível, com empresas específicas na região |
Antes de contratar um serviço, você deve confirmar se a empresa atende diretamente ao seu bairro ou município, já que o tempo de deslocamento varia conforme a base mais próxima.
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